Cada anjo é terrível (4)
da imperfeição
descobri-te imperfeito já depois de seres só terra e pó.
descobri-te imperfeito já depois de seres só terra e pó.
«e braços tão abertos que apanha todo o basalto, como uma estrela elementar» Herberto Helder
às 13:20
5 comentários:
dize z i(n)perfeito ?
Há quem o seja, é um facto. A única verdade constante. E perfeita. A imperfeição dos entes.
(in)perfeito, imperfeito. Todos o somos, imperfeitos e (in)perfeitos. É disso feita a permanência.
Compreenderia "ser limitado", até como sua própria definição, agora "ser imperfeito", não pode deixar de soar me a confusão no uso da linguagem, palavras.
Soar-te-á como entenderes, como quiseres, como para ti for. No limite seremos sempre nas palavras o que quisermos. Mas não, não é confusão meu caro Okran.
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